De vez em quando, nos telejornais e nos jornais em si, são-nos relatadas histórias que parecem tiradas de um qualquer filme de ação.
Um desses casos é o balconing, uma atividade que envolve saltar de uma varanda para a piscina. Os participantes geralmente trepam os lados de edifícios e saltam de uma varanda para outra, ou então saltam para a piscina. Este “fenómeno” (porque não lhe consigo chamar desporto, muito menos de atividade para os tempos livres) ganhou notoriedade no verão passado, graças à partilha de vídeos em sites como o Youtube. No verão passado morreram mais de 10 jovens, que movidos a álcool , drogas ou simplesmente por insensatez, desafiaram a lei da gravidade. Onze mores foram nas Baleares.
Agora vocês perguntam, se isto é um fenómeno do verão passado, porque é que estás a falar dele agora?, e eu respondo com uma novidade que vos vai surpreender. Falo do balconing porque atualmente surgiu o planking.
O planking consiste em alguém deitar-se em locais públicos com a cara voltada para baixo, os braços ao longo do corpo e os dedos dos pés a apontar para o chão. E o mais importante: o corpo deve estar equilibrado e rígido, como se fosse uma prancha. O grande site onde se partilham experiências como esta é o Facebook, onde há um movimento com este nome onde os jovens partilham fotos a fazer isto. Foi na tentativa de tirar uma foto fantástica, que um jovem australiano, Acton Beale, se tentou equilibrar em cima de um parapeito de 5 centímetros de largura, na varanda de um sétimo andar, enquanto estavam a tentar tirar a melhor foto possível, MORREU.
Ultrapassa as barreiras do estranho, chega a tocar no estúpido. É insensato, imaturo e revela irresponsabilidade. Agora pergunto: “Vale a pena ficar numa cadeira de rodas para impressionar alguém que não conhecemos na Internet?”
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